terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Dilema, dilema!

Acordei. Ainda é cedo por aqui, tanto que os passarinhos voam meio tontos ainda. Hoje será um dia difícil. Além de tomar uma decisão dificílima (dessas que mudam a vida num segundo!), terei que enfrentar um dos meus maiores medos. A decisão resume-se assim: entre o coração e a razão. Eu, emotiva que sou, sigo o clichê básico "faça o que seu coração mandar" -resultado: É... sempre me ferro! (corração burro o meu!)
O medo... bem, não convém falar dele! Para alguns será tolo, coisa à toa, ridículo até. Mas cada qual com suas impossibilidades na vida.
Tem gente que não sabe fazer baliza de primeira (pode me chamar!); ou não têm o menor talento com choro de criança (conheço truques mágicos para fazê-las ficarem calmas e felizes!); ou então desconhecem os segredos do bom bolo de laranja (ah precisam experimentar o meu!!).
E os medos? Tem gente que morreee de medo de ser assaltada (ando com a bolsa aberta, falando ao celular, pegando dinheiro); medo de elevador (vou curtindo a musiquinha e puxando papo com as pessoas); medo de nadar?! (acho que nasci um peixinho); medo até de cachorro de rua... esse é enigmático pra mim, coitadinhos! Eu páro e faço um carinho!
Pra vocês verem... esses medos me soam absurdos, assim como os meus podem soar não só absurdos como idiotas para vocês.
Portanto, ficamos assim: hoje terei que enfrentar (sozinha) um dos maiores medos da minha vida! E não é rapidinho, passageiro "respira fundo e fecha os olhos"... me deixa dias em parafuso. Nessas horas queria ter uma "mãe amiga". Amo muito minha mãe é claro. Mas ela é uma mulher forte, tão forte que eu só queria um tiquinho daquela força pra mim. Não, ela não levanta halteres de 200kg. É força interna mesmo. E no fundo ela me acha uma fracote! No fundo, eu me acho uma fracote!
Eu, mulher feita (ou quase), nos meus vinte e tantos anos deveria ter um pouco da força dela e conseguir ultrapassar esses medos que me paralisam a vida.
Vou recorrer ao meu calmante sim e não me julguem por isso. Também já andei olhando a geladeira, tem sorvete lá. Não o de creme - meu preferido - mas de chocolate. Acho que serve pra se entupir um pouco, afogar o medo, as mágoas... e seguir adiante!
Vou ali com meus sapatinhos vermelhos - hoje abandonei os saltos - dia difícil assim, dor nos pezinhos não rola.
A vida é agora, o mundo não pára, o trem não espera e não posso deixar pra amanhã! - mesmooo
Bem poderiam ser mágicas as sapatilhas vermelhinhas...

6 comentários:

Adrian disse...

Ahhh como é terrível essa sensação de medo, estou vivendo isso também, estou entrando em parafuso já. Mas tudo passa. Tá cada vez melhor o blog.

Anônimo disse...

eh bem assim essa coisa de medo...alguns parecem ser tao idiotas, quando na real tao complicados...

medo, medo, medo...

tenho passado por isso tmb..

amei as sapatilhas

Anônimo disse...

ahhh eu soh a do ciciando... ehq ue soh gulosa e tenhu dois blogs....bjs

Anônimo disse...

As sapatilhas vermelhas pintam de vermelho as mãos das crianças asiáticas, e enchem seus rostos de lágrimas, também vermelhas, porém, as sapatilhas ainda tem íntegra.
Interessante teu blog, beijos.

ps: conheceu o meu por orkut?

Juno disse...

Gosto da forma que voce escreve. soa tao...honesto :-)

Abracos

Anônimo disse...

Adorei seu blog. Parabéns pelas belas palavras!!! Beijos

www.pensamentos-bynathy.zip.net